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O trabalho está em jogo
Alex de Souza - Carnavalesco da Mocidade Independente
“Nosso principal objetivo é apresentar a obra e homenagear o seu autor, o artesão brasileiro. Pretendemos mostrar que, em pleno século XXI, o artesanato surge como uma grande esperança para aqueles que foram sacrificados pelas “contenções de despesas”, embora possuam talento. Mostraremos que passado e presente se unem na Cidade do Samba, onde artesãos reproduzem a cultura de todo o Brasil” .
A historia feita à mão
O corpo humano, a mais perfeita de todas as máquinas, é a mais bela criação divina. O Velho Testamento ensina que o Oleiro do Universo moldou o homem em barro, dando-lhe vida. Posteriormente, o homem também passou a produzir objetos do mesmo barro e de outras matérias-primas. Criou utensílios, peças lúdicas e decorativas, fomentando a arte. O artesanato se desenvolveu em oficinas e, séculos mais tarde, foi sobrepujado pela força motriz. A máquina substituiu a engenhosidade do homem, que ainda paga a conta do progresso. Excluído do mercado, o homem volta-se para as suas mãos e torna a acreditar no artesanato como chance de sobrevivência.
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